26/10/2011 Carros do Álvaro — Novo roadster da Mercedes fica mais esportivo e potente na terceira geração.

Mercedes-Benz SLK 200
Uma das formas mais eficazes de se arrancar um bico feio da cara é um passeio de carro conversível. Se o mau humor foi insuportável aumente a dose e escolha um roadster, pois ele só leva duas pessoas e geralmente tem recursos extras para aliviar a tensão acumulada, como um motor bem potente e transmissão com tração traseira. O Mercedes-Benz SLK 200 é um dos carros mais prescritos para esses casos no Brasil. E ele, enfim, chegou a terceira geração.
Roadster é aquele automóvel de capota retrátil que tem apenas dois bancos, sendo que eles vão instalados no assoalho bem próximos ao eixo traseiro. Isso dá ao veículo a característica do capô longo e um comportamento esportivo quase que natural, já que suas dimensões são favoráveis a boa dirigibilidade: possui 4,14 metros de comprimento e 1,80 m de largura. Junte a isso um jogo de suspensão com ajuste impecável e largos pneus e pronto, eis um carro que “cola” no chão.
O novo SLK 200 leva essa concepção a um novo grau de experiência, pois além das benesses do estilo conversível e cupê em apenas um produto, também ficou mais potente e bonito, uma obrigação para um carro desta classe. No entanto, apesar do visual reformulado ao estilo do superesportivo SLS AMG, o novo roadster da Mercedes ainda mantém 70% das “entranhas” da geração anterior, lançada em 2004.
Isso pode desanimar, mas está longe de ser ruim. Como consolo a segunda geração do SLK, em especial na antiga versão 200 Kompressor, era um carro bom, mas faltavam algumas melhorias, como uma suspensão que não batesse tanto com qualquer imperfeição do solo e, principalmente, respostas mais apuradas do motor. Problemas resolvidos.
Pacote de evoluções
A suspensão do SLK ficou mais “esperta” e o motor 1.8 litro passou por um banho de tecnologia e agora faz parte da família CGI, ou seja, possui sistema de injeção direta de combustível e turbocompressor, que exclui o compressor mecânico usado na linha anterior. O resultado são 184 cv em altos 5.200 rpm (2 cv a mais que a linha anterior) e 27,5 kgfm de torque (+ 2kgfm) entre 1.800 rpm e 4.600 rpm, uma faixa muito plana, diga-se, o que garante força quase que total a todo momento em que o motorista pisa no acelerador.
Todos esses números de performance e novas tecnologias têm como único objetivo a eficiência, seja em consumo quanto em desempenho. Segundo dados da Mercedes-Benz, o SLK 200 acelera do 0 aos 100 km/h em 7,3 segundos, contra quase 8 s do modelo anterior, e atinge 240 km/h de velocidade (o antigo vai a 237 km/h). Como se vê, a evolução do ganho de velocidade não é tão impressionante, mas vale o destaque para como o novo carro faz isso com mais estabilidade, conforto e, principalmente, gastando menos: 16,3 km/l na média, quase o dobro do SLK 200 descontinuado em 2010. Convencido sobre o avanço?
O câmbio automático 7G-Tronic Plus, entretando, mesmo com comando seqüencial no volante, continua com trocas lentas, o que corta um pouco do barato de quem gosta de pisar fundo. O “plus” no nome do câmbio, segundo pessoal da marca, representa as melhorias aplicadas ao componente para ajudar o carro a consumir menos gasolina. Aliás, esse carro tem gosto refinado: “bebe” de preferência apenas gasolina podium.
Abra a capota e seja feliz
Em menos de 20 segundos o SLK deixa de ser um cupê e se transforma em roadster. A operação é um show de mecânica, no qual a capota, feita de alumínio, aço e vidro, se compacta inteira e se esconde na parte traseira do carro. Dá vontade de repetir o movimento a cada volta. O acionamento do teto é por meio de um botão no console que, a propósito, tem um acabamento muito charmoso com uma tampa revestida em couro e detalhes cromados.
Mas quando a capota é retraída o porta-malas perde boa parte de sua capacidade: vai de 335 litros para 225 l. O espaço é razoável para levar somente bagagem de duas pessoas durante uma viagem curta, justamente um dos propósitos desse carro.
Conversíveis podem até passar uma sensação de frescor, mas com o sol a pino o banco tende a literalmente ferver. A Mercedes resolveu parte dessa chateação com um novo revestimento de couro que reflete o calor em vez de absorvê-lo. O modelo destinado ao mercado nacional também possui ajuste eletrônico para o assentos e sistema multimídia com tela colorida no painel – até então a marca usava apenas sistemas com monitores ultrapassados de duas cores.
Ao dirigir de capota aberta ouve-se com mais clareza o ronco do motor, bem bonito por sinal. Mas a intensidade do vento também aumenta, o que pode gerar turbulência no cockpit. Para minimizar esse efeito o carro vem com aletas móveis atrás dos encostos de cabeça, que servem para desviar o sentido do vento e diminuir o incômodo. Porém, usá-lo é complicado, pois é preciso acertar de onde vem a brisa. Se fosse automático seria mais fácil (e mais caro).
Santo tratamento
O SLK 200 faz de tudo um pouco. É um cupê e conversível, está melhor para o dia a dia e também está mais equipado e confortável. Ele só não faz milagre. O modelo disponível no mercado brasileiro tem preço fixado em R$ 202.900. Mas ninguém disse que o tratamento para eliminação do mau humor sairia barato.
MERCEDES-BENZ SLK 2012 200 1.8 16V GASOLINA 2P AUTOMÁTICO SEQ.
DADOS TÉCNICOS
Preço: R$ 202.900
Capacidade: 2 passageiros
Velocidade máxima: 240 km/h
0 a 100 km/h: 7,3 s
Consumo urbano: 11,6 km/l
Potência: 184 cv
Torque: 27,5 kgfm
Uma das formas mais eficazes de se arrancar um bico feio da cara é um passeio de carro conversível. Se o mau humor foi insuportável aumente a dose e escolha um roadster, pois ele só leva duas pessoas e geralmente tem recursos extras para aliviar a tensão acumulada, como um motor bem potente e transmissão com tração traseira. O Mercedes-Benz SLK 200 é um dos carros mais prescritos para esses casos no Brasil. E ele, enfim, chegou a terceira geração.
Roadster é aquele automóvel de capota retrátil que tem apenas dois bancos, sendo que eles vão instalados no assoalho bem próximos ao eixo traseiro. Isso dá ao veículo a característica do capô longo e um comportamento esportivo quase que natural, já que suas dimensões são favoráveis a boa dirigibilidade: possui 4,14 metros de comprimento e 1,80 m de largura. Junte a isso um jogo de suspensão com ajuste impecável e largos pneus e pronto, eis um carro que “cola” no chão.
O novo SLK 200 leva essa concepção a um novo grau de experiência, pois além das benesses do estilo conversível e cupê em apenas um produto, também ficou mais potente e bonito, uma obrigação para um carro desta classe. No entanto, apesar do visual reformulado ao estilo do superesportivo SLS AMG, o novo roadster da Mercedes ainda mantém 70% das “entranhas” da geração anterior, lançada em 2004.
Isso pode desanimar, mas está longe de ser ruim. Como consolo a segunda geração do SLK, em especial na antiga versão 200 Kompressor, era um carro bom, mas faltavam algumas melhorias, como uma suspensão que não batesse tanto com qualquer imperfeição do solo e, principalmente, respostas mais apuradas do motor. Problemas resolvidos.
Pacote de evoluções
A suspensão do SLK ficou mais “esperta” e o motor 1.8 litro passou por um banho de tecnologia e agora faz parte da família CGI, ou seja, possui sistema de injeção direta de combustível e turbocompressor, que exclui o compressor mecânico usado na linha anterior. O resultado são 184 cv em altos 5.200 rpm (2 cv a mais que a linha anterior) e 27,5 kgfm de torque (+ 2kgfm) entre 1.800 rpm e 4.600 rpm, uma faixa muito plana, diga-se, o que garante força quase que total a todo momento em que o motorista pisa no acelerador.
Todos esses números de performance e novas tecnologias têm como único objetivo a eficiência, seja em consumo quanto em desempenho. Segundo dados da Mercedes-Benz, o SLK 200 acelera do 0 aos 100 km/h em 7,3 segundos, contra quase 8 s do modelo anterior, e atinge 240 km/h de velocidade (o antigo vai a 237 km/h). Como se vê, a evolução do ganho de velocidade não é tão impressionante, mas vale o destaque para como o novo carro faz isso com mais estabilidade, conforto e, principalmente, gastando menos: 16,3 km/l na média, quase o dobro do SLK 200 descontinuado em 2010. Convencido sobre o avanço?
O câmbio automático 7G-Tronic Plus, entretando, mesmo com comando seqüencial no volante, continua com trocas lentas, o que corta um pouco do barato de quem gosta de pisar fundo. O “plus” no nome do câmbio, segundo pessoal da marca, representa as melhorias aplicadas ao componente para ajudar o carro a consumir menos gasolina. Aliás, esse carro tem gosto refinado: “bebe” de preferência apenas gasolina podium.
Abra a capota e seja feliz
Em menos de 20 segundos o SLK deixa de ser um cupê e se transforma em roadster. A operação é um show de mecânica, no qual a capota, feita de alumínio, aço e vidro, se compacta inteira e se esconde na parte traseira do carro. Dá vontade de repetir o movimento a cada volta. O acionamento do teto é por meio de um botão no console que, a propósito, tem um acabamento muito charmoso com uma tampa revestida em couro e detalhes cromados.
Mas quando a capota é retraída o porta-malas perde boa parte de sua capacidade: vai de 335 litros para 225 l. O espaço é razoável para levar somente bagagem de duas pessoas durante uma viagem curta, justamente um dos propósitos desse carro.
Conversíveis podem até passar uma sensação de frescor, mas com o sol a pino o banco tende a literalmente ferver. A Mercedes resolveu parte dessa chateação com um novo revestimento de couro que reflete o calor em vez de absorvê-lo. O modelo destinado ao mercado nacional também possui ajuste eletrônico para o assentos e sistema multimídia com tela colorida no painel – até então a marca usava apenas sistemas com monitores ultrapassados de duas cores.
Ao dirigir de capota aberta ouve-se com mais clareza o ronco do motor, bem bonito por sinal. Mas a intensidade do vento também aumenta, o que pode gerar turbulência no cockpit. Para minimizar esse efeito o carro vem com aletas móveis atrás dos encostos de cabeça, que servem para desviar o sentido do vento e diminuir o incômodo. Porém, usá-lo é complicado, pois é preciso acertar de onde vem a brisa. Se fosse automático seria mais fácil (e mais caro).
Santo tratamento
O SLK 200 faz de tudo um pouco. É um cupê e conversível, está melhor para o dia a dia e também está mais equipado e confortável. Ele só não faz milagre. O modelo disponível no mercado brasileiro tem preço fixado em R$ 202.900. Mas ninguém disse que o tratamento para eliminação do mau humor sairia barato.
MERCEDES-BENZ SLK 2012 200 1.8 16V GASOLINA 2P AUTOMÁTICO SEQ.
DADOS TÉCNICOS
Preço: R$ 202.900
Capacidade: 2 passageiros
Velocidade máxima: 240 km/h
0 a 100 km/h: 7,3 s
Consumo urbano: 11,6 km/l
Potência: 184 cv
Torque: 27,5 kgfm
Porta-malas: 225 litros

O acabamento do novo SLK reúne materiais de ponta

O acabamento do novo SLK reúne materiais de ponta

As lanternas possuem leds

Os bancos do SLK 200 possuem tecido refletor de calor

O motor 1.8 turbo gera 184 cv

O modelo conta com 8 opções de cores no Brasil
Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br

Os bancos do SLK 200 possuem tecido refletor de calor

O motor 1.8 turbo gera 184 cv

O modelo conta com 8 opções de cores no Brasil
Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br


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