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Saturday, October 1, 2011

CONHECEMOS O CHEVROLET CRUZE - VEJA AS NOSSAS IMPRESSÕES

A Chevrolet já lançou no Brasil o Cruze, seu novo sedã médio. E nós já conhecemos o modelo, em uma concessionária da marca. Na loja, dois modelos estavam no showroom, um da versão de entrada LT e outro topo de linha LTZ, ambas na mesma cor, Preto Carbon Flash.

As diferenças estéticas entre as duas versões são notadas principalmente nas rodas, ambas de aro 17, porém a do LT tem cinco raios enquanto que a roda do LTZ tem dez raios. Maçanetas e régua da tampa traseira são da cor da carroceria no LT, já no LTZ esses detalhes são cromados.
*Acima, roda do Cruze LT. Abaixo, roda da versão LTZ
Olhando de frente, o Cruze transmite um ar de esportividade. Chama a atenção a grande gravata dourada da GM, no meio da grade bipartida.

Os faróis são de uma única parábola, algo inaceitável para uma carro que chega a custar 79 mil reais. Até o Palio Fire tem dupla parábola.
Na traseira, as grandes lanternas com elementos circulares invadem a tampa do porta-malas. A placa é acoplada no centro da tampa.



Ao entrar no Cruze, temos uma ótima impressão ao ver o duplo cockpit, que separa os ambientes do motorista e passageiro. Na versão LTZ acabamento em couro está presente nos bancos e parcialmente nas portas e no painel. Já o LT tem esses detalhes em tecido (o couro é opcional nesta versão).
*Acima, painel do Cruze LTZ. Abaixo, painel da versão LT.
O acabamento do painel mistura plástico rígido e couro sintético, que são agradáveis ao toque. Os elementos do painel são bem encaixados, deixando o Cruze com acabamento superior ao seu antecessor Vectra.
No painel do LTZ, chama a atenção a tela colorida de 7 polegadas no alto do painel, que contém várias funções como áudio, visualização de fotos, USB, telefone, e o navegador. No LT não há essa tela. No lugar dela há um outro display menor e muito mais simples.

No meio do painel se encontram os comandos da tela multimídia, e nas laterais ficam as saídas de ar na posição vertical. Na parte de baixo do console ficam os comandos (em botões giratórios) do ar quente e do ar condicionado, que conta com um sistema chamado AQS (Air Quality System), o qual mede a qualidade do ar externo e ativa a recirculação do ar, em caso do mesmo estar poluído.
Ao lado do câmbio, na direita, se encontra o botão do controle eletrônico de tração, de série nas duas versões. O botão start/stop fica ao lado direito da coluna de direção.
O volante das duas versões é revestido em couro e encaixa bem na mão. Nele há comandos do som, do atendimento de celular via bluetooth e de velocidade do piloto automático.
Entre os bancos, o console central serve como um apoio de braço, e quando aberta revela as entradas auxiliares compatível com o sistema de áudio (cartão de memória P2 e USB).
Com 2,69 metros de entre-eixos, a cabine do Cruze é espaçosa. Na frente há 107 cm para as pernas e na traseira há 90 cm. O porta-malas pode carregar até 450 litros de bagagem, e possui acabamento em carpete nas laterais. Pena que a tampa do porta-malas não possui dobradiças pantográficas.

No banco de trás há cinto da três pontos e encosto de cabeça para todos os ocupantes. Além disso, no meio do banco há um porta-copos encaixado no encosto que pode ser abaixado quando não há um terceiro ocupante.


O motor é o novo 1.8 Ecotec Dual VVT Flex, que trabalha com um câmbio manual ou automático, ambos de seis marchas.

Minhas impressões sobre o Chevrolet Cruze foram muito boas, pois a Chevrolet está apresentando ao mercado um sedã médio de qualidade para enfrentar os rivais Civic e Corolla, além do futuro Elantra. Pena que a GM deslizou em alguns pequenos detalhes, além de um preço um tanto alto.

Veja mais detalhes do Cruze, como equipamentos e preços AQUI










Escrito por Lucas

Saturday, September 3, 2011

AVALIAÇÃO RÁPIDA DO DAEWOO MATIZ

A Daewoo está com data marcada para voltar ao mercado brasileiro, será em fevereiro de 2012. Comprada pela GM em 2001, a marca coreana chegará através da importadora Forest Trade. E o modelo a ser lançado em fevereiro será o compacto Matiz, que mede 3,5 metros e leva até quatro pessoas.

O modelo existe desde 1998 e é vendido na Coréia e na Rússia. Com desing de Giorgio Giugiaro, ele seria uma das gerações do Fiat 600, mas a italiana vendeu o projeto para a Daewoo. Porém em 2003 a chinesa Chery lançou o QQ, praticamente idêntico ao Matiz, o que fez a Daewoo acusar a Chery de plágio. Mas o QQ continua firme e forte, e já foi lançado em nosso país em abril, onde já tem bons números de vendas.

Avaliação


Estabilidade A carroceria alta em conjunto com a suspensão mole faz o Matiz tombar muito em curvas fechadas em alta velocidade, e as vezes a roda traseira chega a perder contato com o solo. A direção se mostrou um tanto demorada ao fazer rápidos desvios no teste com cones.


De 0 a 100 km/h Com 800 cc e 52 cv não se pode esperar um desempenho agradável do Matiz, que acelerou de 0 a 100 km/h em 20 segundos.


Frenagem Vindo a 60 km/h, ao pisar forte no freio o Matiz para em 11,5 metros de distância. Já vindo a 100 km/h o pequeno coreano para em 42 metros.


Consumo Seu pequeno motor rende um consumo muito agradável: 15,4 km/l no perímetro urbano.
Por dentro, o acabamento é bem simples. O painel é completo, com ar condicionado, ar quente, sistema de som, etc. O motor tem 800 cc com 52 cv, 3 cilindros e 6 válvulas.


Com três anos de garantia, o Matiz deverá custar entre R$ 24.000 e R$ 30.000, e estará disponível em quatro versões de acabamento e equipamentos. Uma versão Sport também deverá existir.


A Daewoo terá 25 concessionárias nas principais cidades do país, além de estoque de peças de reposição.


*O teste foi realizado pelo programa Car Motor Show

Saturday, August 20, 2011

IMPRESSÕES: NISSAN MARCH

Depois de postar as impressões sobre o Nissan Leaf, agora é a vez de falarmos sobre o March, o primeiro popular japonês que conhecemos no evento Nissan Inova Show.

O pequeno japonês apresenta um bom acabamento em relação aos seus concorrentes, com encaixes bem feitos e bons materiais utilizados, agradáveis ao toque. O acabamento das portas conta ainda com tecido junto ao encosto de braço.
Sentado na posição para dirigir, logo sentimos o banco confortável e boa ergonomia. O painel tem desenho simples, com saídas de ar redondas no alto do painel, abaixo o rádio CD Player e por fim os comandos do ar, em acabamento prateado.
O volante tem apliques prateados e à sua frente o quadro de instrumentos apresenta desenho simples, mas de fácil leitura, com conta giros à esquerda, velocímetro ao meio e demais dados em forma digital à direita.



O espaço para quem vai na frente é bom, e quem vai atrás não sofre tanto por este ser um carro compacto. Mas quem paga o pato é porta-malas. Este, aliás, é muito bem acabado, com carpete revestindo todo o espaço para bagagem e o fundo do banco, sem partes da lataria à mostra.
Em prol da segurança o March tem encosto de cabeça no banco traseiro e cintos retráteis, porém quem vai no meio do banco fica com cinto de dois pontos e sem encosto de cabeça. Mas para não deixar a segurança de lado o airbag duplo é de série. Aliás, falando em itens de série, a versão 1.0 virá também com banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo e ar quente (veja mais detalhes aqui). O modelo exposto ao público era da versão completa, com motor 1.6, rodas de liga leve e ar condicionado.

Na hora de colocar o March em movimento no circuito de test-drive, não podemos deixar de destacar a boa visibilidade. A direção elétrica é bem sensível, o que facilitará muito a dirigibilidade na cidade. O motor respondeu bem, com comportamento ágil e macio. Este, um 1.6 16V de 106 cv de potência e torque de 14,5 kgfm a 4.000 rpm. Segundo a Nissan, o March consome cerca de 15 km/l na cidade e de 17,7 km/l na estrada. Mas, como a área para o test-drive era limitada, não pudemos avaliá-lo em velocidades mais altas.

Com preços a partir de R$ 30.000, bom acabamento e itens como airbag duplo de série, o March será uma ótima opção no mercado dos modelos de entrada. E, além disso, vale destacar a boa construção e durabilidade dos carros japoneses. Bom, agora é esperar para ver se o número de vendas do Nissan March será tão bom quanto seu conteúdo.

Escrito por Lucas

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