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Saturday, October 29, 2011

Avaliação: Nissan Sentra (SR e Unique)



Em um curto intervalo de tempo, a Nissan apresenta duas versões para o sedan médio Sentra, para atrair os possíveis compradores de Corolla, Jetta, Cruze... Pois bem: a primeira opção a ser lançada, mais requintada, foi a Unique, com acabamento mais refinado e completo (baseado no Sentra SL). Já quem curte visual esportivo pode optar pelo SR – o motor é o mesmo 2.0, mas o câmbio é manual e aerofólio e saias laterais são itens de série.


O primeiro “encontro” do Auto REALIDADE com os dois modelos ocorreu no Nissan Inova Show; posteriormente, dia 21, encontramos no showroom da Japan Veículos (Teresina – PI) um modelo SR prata. E, apesar do visual discreto (e, basicamente, o mesmo do lançamento), o Sentra agrada em cheio por conta do interior refinado e por ser agradável ao dirigir.



Modelos Unique e SR tem opção de câmbio CVT, mas só o Unique tem acabamento em bege
O Sentra Unique dispõe de sistema de som Rockford Fosgate com tela multifunção que revela as imagens da câmera de ré, interior em couro bege (inclusive painéis de portas) e câmbio CVT.


Já o Sentra SR é ligeiramente mais despojado e possui interior preto, além de câmbio manual (embora haja a opção de câmbio CVT para o modelo). Por fora, o SR é reconhecível pela "régua" de placa traseira pintada na cor do veículo.


Os dois compartilham o motor 2.0 de 143 cavalos e 20,3 kgfm de torque (curiosamente, valores iguais para álcool e gasolina).

Interior do Sentra SR é mais simples, com bancos de veludo; sistema de som é o mesmo do Livina

O Sentra SR parte de R$ 57 490, valos 2 200 reais superior ao Sentra S (versão de entrada). Já o Unique situa-se acima do modelo top-de-linha SL, custando R$ 69 990 (3 mil reais a mais). Ambos são séries limitadas e possuem faróis e lanternas escurecidos.





O Sentra Unique possui sensor crepuscular, chave presencial (chamada de i-Key), iluminação dos espelhos nos para-sóis, teto solar elétrico escurecido e acabamento em couro bege, itens não disponíveis no SR.



Ambos possuem o "Divide 'N Hide", "esconderijo" para a parte posterior do porta-malas, um tanto pesado.



Falando em porta-malas, é um dos menores da categoria: apenas 371 litros (emboa se declarem 442). Porém, as dobradiças pantográficas racionalizam o espaço, e a tampa é forrada por dentro.
 

Veredicto: o Nissan Sentra já não é mais um produto jovem, mas ainda possui condições de concorrer diretamente com os sedans médios, graças ao custo-benefício. O porta-malas fica devendo, diferentemente do motor 2.0 Flex Fuel e do interior, que, se não é ousado, oferece muitas comodidades.

Nota Final

Sentra SR = 9,1
Sentra Unique = 9,3





GALERIA DE FOTOS


Qual é qual? À esquerda vemos o Sentra Unique; SR é o da direita

Instrumentos do Unique...


...e do SR. São iguais e possuem velocímetro em milhas e quilômetros


BÔNUS!





Thursday, October 27, 2011

Nissan Versa parte de R$ 35.490

A Nissan lançou hoje o Versa por R$ 35.490, que concorre com Symbol, 207 Passion, Voyage e, em breve, o Cobalt.

Os farois e lanternas são pontiagudos, tanto que as lanternas invadem um pouco a lateral. O carro usa a plataforma "V", a mesma do March. O carro mede 150 cm de altura, 445 cm de comprimento, 260 cm de entre-eixos e 169 cm de largura. O porta-malas tem capacidade de 460 litros.

Seu motor é um 1.6 16V CVVT de 111 cv e 15,1 mkgf de torque. Ele pesa 1.052 kg. As opções de cores são: Azul Onyx, Branco Aspen, Cinza Titanium, Prata Classic, Preto Premium e Vermelho Fuji.

Abaixo, os preços das versões:
Versa 1.6 S: R$ 35.490
Versa 1.6 SV: R$ 39.990
Versa 1.6 SL: R$ 42.990

NISSAN VERSA É LANÇADO OFICIALMENTE - PREÇOS PARTEM DE R$ 35.490

De olho no valioso mercado dos sedãs compactos, a Nissan começa em novembro a vender o Versa no Brasil. O modelo produzido na fábrica da marca em Aguascalientes, no México, é o segundo produto da plataforma V da Nissan, que também dá base ao March, o compacto "popular" recém lançado pela marca no país. O Versa também é mais uma peça chave no plano da marca chamado "1 Nova Nissan", que pretende ampliar a participação da japonesa no Brasil para 5% do mercado com a introdução de novos modelos em segmentos até então não explorados por nenhuma marca oriental.
O Versa chega para bater de frente com concorrentes como o Volkswagen Voyage e Ford Fiesta Rocam sedã, usados pela Nissan como balizas na hora de configurar o modelo para o mercado brasileiro. O carro já está sendo vendido no mercado norte-americano desde setembro, e é o modelo mais barato da Nissan nos Estados Unidos, além de um dos carros mais em conta daquele país. Curiosamente, lá o modelo é chamado de Versa Sedan, enquanto o Versa hatch nada mais é que o conhecido Tiida vendido aqui.
Mas as semelhanças terminam na nomenclatura usada. O desenho do Versa é bem diferente de tudo o que a Nissan vende no Brasil. O carro se destaca até mesmo em relação ao March, com quem compartilha plataforma. No entanto o entre-eixos foi alongado para 2,60 m, contra 2,45 m do hatch, o que deu ao carro novas proporções e distingue o Versa do estigma de ser apenas um "March sedã". As linhas do sedã de 4,45 m de comprimento lembram mais os sedãs maiores vendidos nos Estados Unidos e desconhecidos do público brasileiro, como o Altima e o Maxima.
A Nissan disponibiliza três versões do carro para o mercado nacional, a básica S, vendida por atraentes R$ 35.490, traz de série airbags frontais, direção elétrica, travas elétricas com comando à distância e computador de bordo. O único opcional é o ar condicionado, que acrescenta R$ 2.500 ao preço base. A intermediária SV adiciona trio elétrico, sistema de som com entrada para iPod, banco traseiro bi-partido e cinto de segurança de três pontos para o passageiro central do banco traseiro por R$ 39.990. A topo SL, por R$ 42.990, é a única equipada com ABS, não oferecido nem como opcional nas outras. Além do equipamento, o Versa mais caro tem faróis de neblina, rodas de liga leve e o painel com iluminação permanente "Fine Vision". O foco da Nissan é na intermediária, que corresponderá por 40% do mix de produção. O restante é dividido em 30% para a S e SL. A marca espera vender cerca de 1.900 Versa por mês no Brasil a partir de novembro, quando o carro começa a chegar nas concessionárias da marca.
Todas as versões são equipadas com o motor 1.6 16v de 111 cv a 5.000 rpm e 15,1 kgfm a 4.000 rpm de torque com etanol já conhecido no March recém-lançado no Brasil. O propulsor é equipado com comando de válvulas variável, que equaliza a curva de torque e entrega mais força em baixas rotações. O sistema é o mesmo usado nos motores 2.0 do Sentra e 1.8 da Livina e do Tiida.
Impressões ao dirigir
Campos do Jordão/SP - Logo ao entrar no carro, o painel praticamente idêntico ao March se não sobressai pela ousadia no estilo, também não deve funcionalidade. A única mudança em relação ao hatch compacto são os mostradores, que adotaram uma disposição mais clássica no sedã, com velocímetro e conta-giros circulares do mesmo tamanho, de melhor visualização. Além disso, a iluminação em tom azulado é permanente na versão topo SL, mas a excessiva redução no brilho pode dificultar a leitura das informações do computor de bordo quando se usar os faróis acesos durante o dia. De resto, tudo igual ao March. Os comandos são bem localizados, leves e de fácil utilização. O único senão vai para as travas, que trancam quando o carro entra em movimento, mas não se abrem ao puxar a maçaneta.

O modelo surpreende pelo bancos dianteiros confortáveis e com apoios laterais corretos. Entretanto, achar a melhor posição de dirigir pode ser difícil com o ajuste de inclinação do encosto escondido na parte esquerda do assento, junto à lateral do carro. Além disso, o ajuste é feito em pontos definidos, o que limita a escolha. O volante tem ajuste de altura, mas não de profundidade, e merecia um revestimento em couro, ao menos na versão mais cara. Ao menos o isolamento acústico é eficiente, o que torna viagens menos cansativas.
No entanto, o maior destaque do Versa é o enorme espaço para os ocupantes do banco traseiro. O carro se fez valer do entre-eixos de 2,60 m - digno de sedãs médios - e presenteia a segunda fileira com muito espaço. Mesmo com o banco todo recuado, o vão para as pernas ainda é grande o suficiente para acomodar sem aperto adultos de até 1,80 m de altura. O espaço para cabeça é justo, ainda que a curvatura do teto possa atrapalhar o entra e sai, mas ainda assim, é notável em se tratando de um sedã compacto.
Ignição ligada, o 1.6 16v da Nissan cumpre bem o papel de empurrar o modelo com eficiência. Os 111 cv a 5.000 rpm dão conta de levar os somente 1.069 kg do Versa mais pesado com agilidade, ainda que o ar condicionado roube mais potência do que o esperado. O câmbio é bem escalonado, e possui engates rápidos e precisos. O Versa é um carro agradável de dirigir e muito competente, e tem potencial para incomodar os rivais com bom acabamento, desempenho correto e muito espaço interno.

Versões e Preços do Nissan Versa

Versa 1.6 S (R$ 35.490)
· Airbag duplo
· Trava elétrica
· Sistema Keyless com abertura do porta-malas
· Alarme
· Direção elétrica progressiva
· Ajuste de altura do banco do motorista
· Computador de bordo
· Console central inteiriço
· Tampa de combustível com abertura interna
· Rodas de aço aro 15 com pneus 185/65R15 e calotas

Opcional:
· Ar-condicionado (R$ 2.500)

Versa 1.6 SV – R$ 39.990
Todos da versão 1.6S + AC acrescidos de:

· Vidros com acionamento elétrico nas quatro portas
· Retrovisor com acionamento elétrico na cor do veículo
· Rádio CD Player 2DIN com RDS, MP3, iPod e entrada auxiliar
· Maçanetas externas cromadas
· Banco traseiro bipartido (60/40)
· Três cintos de segurança traseiro de três pontos
· Sistema fixação de cadeiras de criança ISOFIX
· Abertura interna do porta-malas
· Iluminação do porta-malas

1.6 SL – R$ 42.990
Todos da versão 1.6SV acrescidos de:

· Freios ABS com distribuição eletrônica da frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BA)
· Roda de liga de aro 15 com pneus 185/65R15
· Maçanetas internas cromadas
· Painel “Fine Vision”
· Farois de neblina

Cores:
· Azul Onyx
· Vermelho Fuji
· Branco Aspen (sólida)
· Cinza Titanium
· Preto Premium (sólida)
· Prata Classic

Texto: Motor Dream

Tuesday, October 25, 2011

Nissan Versa

VersaSe sua campanha no site da marca já dava todo um suspense para saber como seria aquele novo sedã com tantas pretensões, o Versa agora chega ao país partindo de R$ 35.490. Este sedã é parte importante dos planos da marca em aumentar sua participação no país, e se vale de um projeto moderno para oferecer amplo espaço e fartura de itens no estilo Nissan de ser. Só que ele esbarra em um detalhe… e isso não está no amplo espaço ou na fartura de itens.

Nissan VersaSe a marca investe fortunas nas exposições de mau gosto que usam pôneis ou batatas, deveria redirecioná-las a colocar algum Giorgetto Giugiaro ou Peter Schreyer para as tarefas de design. O Versa é um sedã compacto, mas se esforça tanto em parecer grande e imponente que acabou ficando “inchado”. Na frente, os farois parecem perdidos tão longe da grade. Suas laterais começam um vinco típico dos anos 90, mas é tão espesso que parece separar a carroceria em duas. E comprimir as lanternas abaixo dele dá uma feia impressão de que a traseira ficou caída, “murcha”. Também não dá para entender as janelas traseiras: ele não só não tenta esconder a grande área vazia atrás delas ao abolir a terceira vigia, como na verdade a aumenta, recortando tais janelas para o lado oposto.

Ou seja, é um carro para se comprar de olhos fechados – não no bom sentido da expressão. Sorte que a cabine compensa o trauma do exterior. Claro que não seria por seu desenho, mas sim por seu projeto: a plataforma V compartilhada com o March traz ao Versa entre-eixos de 2,60 m, no nível do Logan da marca-parceira. Cabeças não raspam no teto e pernas podem ser cruzadas nos bancos de trás, e isso se alia a um acabamento bem-cuidado. É um modelo que leva cinco pessoas sem aperto, e com porta-malas de 476 litros, além de garantia de três anos com quilometragem ilimitada.

A lista de equipamentos traz o forte do modelo: o custo/benefício. A versão S já traz airbag duplo, travas e até direção elétricas e computador de bordo, de série. Por R$ 39.990 temos a SV, que adiciona ar-condicionado, vidros e retrovisores elétricos, sistema de som multimídia, banco traseiro bipartido e maçanetas cromadas. Já a topo-de-linha SL agrega freios ABS com EBD e BAS, rodas de liga leve aro 15” e farois de neblina, por R$ 42.990. O motor é o 1.6 16v já usado em outros modelos da marca, com 111 cv e torque de 15,1 kgfm, que lhe dão aceleração de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos e máxima de 189 km/h.

Saturday, October 22, 2011

O carro do papai!


Este era um segredo dos mais bem-guardados do Auto REALIDADE, desde o fim de 2009, e que nenhum internauta conseguiu desvendar. Antes de ver o atual carro do papai, que tal rever os modelos que ele teve?

O primeiro carro do papai foi uma Volkswagen Brasilia 1980, verde, que anos depois cedeu lugar a um luxuoso da época, o Ford Del Rey. Para ele, uma característica relevada no sedan era o relógio digital azul.
Nos anos 1990 vieram dois Escort – lembro bem do segundo, um Hobby (modelo de entrada) azul e já meio desgastado, mas ainda com calotas originais. Após a mamãe bater o carro (evento que a fez deixar de dirigir), papai procurou um novo carro...

Foto de 1998 dentro do Ford Escort Hobby

E encontrou, em 1999, um Chevrolet Monza SL/E 1992, vinho, em excelente estado de conservação, comprado de um médico, e que nos acompanhou até o começo de 2003. No mesmo ano adquirimos um Fiat Premio, movido a álcool, que vivia dando problemas (desfazemo-no dele em alguns meses).

No ano seguinte veio um Monza SL/E completo

Meses antes, o papai me deixou sugerir qualquer popular zero-quilômetro. Eis que, entre Palio Young, Gol Special, Fiesta Street e Mille, optei pelo Chevrolet Celta, de longe o mais bonito. Até a cor foi escolhida por mim: azul. O Celta era básico, ano-modelo 2002/2003 e resistiu a três acidentes:


1 – Um deles fui eu mesmo que protagonizei, aos 15 anos. Virei a chave no contato para verificar a quantidade de gasolina, mas infelizmente o freio de mão não estava acionado. O Celta bateu em uma árvore a aproximados 6 km/h, danificando a placa e o para-brisa, prejuízo de aproximados 400 reais.

2 – Numa preferencial, uma Belina acertou a lateral do nosso Celta, danificando as duas portas do lado direito. Foi complicado negociar, mas no final o carrinho foi consertado sem maiores seqüelas, com a franquia do seguro.

3 – No começo de 2010, um ciclista bateu no Celta para não ser acertado por um ônibus. O para-brisa foi danificado novamente, além do para-lama dianteiro esquerdo, que ainda não foi reparado.


O Celta estava com cerca de 89 700 quilômetros rodados, e em bom estado. Apenas as calotas foram trocadas por outras, do modelo 2006-2011.


E qual será o atual carro do papai? Ele foi importado e comprado zero-quilômetro dia 09 de outubro de 2011 e acaba de chegar à nossa garagem. É um...



Nissan March. Tudo bem, todos nós achamos o carro feio. Mas o que nos atraiu foi o preço razoável diante da boa oferta de equipamentos. Desta vez a mamãe escolheu a cor: Prata Classic.


E em 2012 deve vir um novo integrante de quatro rodas a minha garagem: meu futuro carro! Olha que um ano passa rápido, hein...

 

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