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Thursday, November 3, 2011

Jean-Michel Jalinier é nomeado Presidente da Renault Sport F1 e será sucedido na Renault do Brasil por Olivier Murguet

A partir de 1º de janeiro de 2012, Jean-Michel Jalinier é nomeado Presidente da Renault Sport F1, em substituição a Bernard Rey que deixa a empresa. 
Jean-Michel Jalinier se reportará a Carlos Ghosn, Presidente do Grupo Renault. 
Para a presidência da Renault do Brasil, foi nomeado e assume, também em 1º de janeiro de 2012, Olivier Murguet.


Jean-Michel Jalinier, nascido em 8 de maio de 1953, é graduado pela Escola Nacional Superior de Artes e Ofícios, é Doutor em Engenharia e Doutor em Ciências. Iniciou sua carreira acadêmica como assistente na Universidade de Metz e depois foi professor no Instituto Nacional Politécnico de Grenoble. Ingressou na Renault em 1985, para ocupar várias funções, sucessivamente na Direção da Pesquisa, Direção de Métodos Fundição na fábrica de Cléon e depois na fábrica de Flins. Em 1996, assume a Direção de Cooperação com a General Motors e a Direção do Projeto Trafic na Direção de Veículos Utilitários. Em 2003, torna-se Diretor Geral da Renault na Rússia e em 2009, assume a Presidência da Renault do Brasil.



Olivier Murguet , nascido em 7 de março de 1966, é diplomado pela Escola Superior de Comércio de Paris e 
pela London Business School. Em 1990, começa sua carreira na Renault em Portugal, como controlador de gestão. Em 1996, é nomeado Diretor de Vendas e Rede na Renault Comercial do Brasil, onde permanece até meados de 1999, quando volta para Paris, na função de Diretor Regional Rede Paris Ilê-de-France e depois Diretor de Rede França. A partir daí, exerce sucessivamente as funções de Diretor Geral da Renault Polônia, Diretor Geral da filial comercial da Renault Espanha e Diretor Geral da Renault México. Em 2010 torna-se Diretor Comercial da Região Américas.

Tuesday, October 11, 2011

Renault do Brasil registra a maior participação de mercado de sua história

Logo após anunciar novos investimentos no País e lançar o Renault Duster, primeiro SUV da marca no Brasil, a Renault também comemora os excelentes resultados conquistados no mês de setembro com a marca histórica de 6,1% de participação de mercado. Os números foram impulsionados pelos emplacamentos do Novo Sandero, Fluence, Grand Tour e o utilitário Master. Em comparação a setembro do ano passado, a Renault registrou aumento de 14,1% nos emplacamentos do mês, enquanto o mercado cresceu 0,7%. No acumulado do ano, a Renault continua em alta de 19,4% nos emplacamentos em relação ao mesmo período de 2010, enquanto o mercado registrou aumento de 6,7%. “Setembro é um marco na história da Renault do Brasil em termos de volume de emplacamentos. Atingimos, pela primeira vez, mais de 6% de participação de mercado e isso comprova o excelente momento da marca no País”, afirma Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil.



O Novo Sandero confirma seu sucesso e continua no Top 10 dos carros mais emplacados do País, com 8.721 unidades emplacadas no mês de setembro. Para esse resultado, contribuiu o sucesso de vendas da versão com câmbio automático. Destaque também para o Fluence que registrou mais de 1.200 emplacamentos no mês. O sedã é destaque nas principais publicações especializadas do País e tem conquistado cada vez mais o exigente consumidor brasileiro.

A marca segue firme no plano de expansão de sua rede de concessionárias. A Renault conta, atualmente, com 186 pontos de venda em todo o País. A previsão é de inaugurar, até o final de 2011, uma nova concessionária Renault por semana, contabilizando mais de 200.

A Renault do Brasil manteve, em agosto, o 2º lugar no ranking mundial da marca, atrás apenas da França. No ranking acumulado do ano, o Brasil ocupa 3º lugar da Renault no mundo.

Monday, October 10, 2011

Motor Renault RS27 conduz Sebastian Vettel ao bicampeonato do Mundial de Pilotos

O bicampeonato foi conquistado por Vettel após uma temporada longa e extremamente disputada, durante a qual a parceria Red Bull-Renault obteve, até o momento, 15 pole positions e 9 vitórias. A estreita colaboração da Renault Sport F1 – divisão esportiva responsável pelo compromisso da Renault na Fórmula 1 como fornecedora de motores e tecnologia -, com a escuderia Red Bull Racing permitiu colocar nas pistas um carro com um conjunto de chassi e motor homogêneo e eficiente.A parceria Red Bull Racing-Renault começou em 2007, quando o motor Renault RS27 (V8 de 2.4 litros), desenvolvido no centro de pesquisas de Viry-Châtillon, foi integrado aos chassis da Red Bull Racing. O RS27 permitiu a Red Bull obter a quinta colocação no Campeonato Mundial de Construtores durante aquele primeiro ano de parceria.Após dois anos de colaboração, a parceria Red Bull-Renault começou a dar os seus frutos em 2009, com a primeira pole position, conquistada no GP da China. Em seguida, a Red Bull Racing obteve a sua primeira vitória, com Sebastian Vettel. Cinco vitórias e mais pole positions aconteceram naquele ano, e a Red Bull Racing-Renault terminou o ano em segundo no campeonato de construtores.

Em 2010, a Red Bull Racing-Renault cumpriu as suas promessas de 2009: pole position na primeira corrida e a vitória no terceiro GP da temporada, na Malásia. Apesar das 9 vitórias e 15 poles conquistadas, o Mundial de Construtores foi conquistado na penúltima corrida do ano, realizada no Brasil, e Vettel teve que esperar Abu Dhabi para ser coroado como campeão do Mundial de Pilotos.Carlos Ghosn, Presidente da Renault, comentou: “Fazemos questão de dar os nossos parabéns a Sebastian Vettel, assim como a toda a equipe da Red Bull Racing. A parceria entre a Renault e a Red Bull rapidamente se tornou uma das parcerias de motor e chassi mais bem-sucedidas da Fórmula 1, e até mesmo da longa história da Renault no automobilismo esportivo.”



Monday, October 3, 2011

Renault Nissan: expansão no PR e fábrica no RJ

Carlos Ghosn e a Presidente Dilma
Redação AB, com Agência Estado 
www.automotivebusiness.com.br

Agora é oficial: o presidente mundial da Aliança Renault Nissan, Carlos Ghosn, confirmou à presidente da República, Dilma Rousseff, os novos investimentos bilionários que as empresas associadas farão no Brasil. Em encontro com Dilma no sábado, 1º, Ghosn adiantou detalhes dos anúncios que fará no decorrer desta semana. Na próxima quarta-feira, 5, ele divulgará detalhes da expansão do Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), e no dia seguinte irá para o Rio de Janeiro anunciar oficialmente a construção de uma fábrica da Nissan em Resende (RJ). Logo após o encontro com Dilma, o executivo concedeu uma rápida entrevista coletiva, quando confirmou os dois investimentos, mas sem revelar mais pormenores. “Hoje foi uma oportunidade para mostrar à presidenta nossa visão sobre o mercado automobilístico mundial e a importância do Brasil na estratégia da Aliança Renault Nissan, com nossa determinação em investir no País para contribuir mais com o desenvolvimento do mercado brasileiro, que nós consideramos significativo para os próximos anos”, disse Ghosn.

O presidente da Aliança reafirmou que a ambição das duas marcas é abocanhar 13% do mercado brasileiro até 2016, sendo cerca de 8% para a Renault e 5% para a Nissan – hoje a participação da marca francesa é de 5,5% e da japonesa de 1,65%. Levando-se em conta que muitos analistas apostam em um mercado de 5 milhões de veículos/ano no período citado por Ghosn, significa que, em números, a ambição é de vender aqui cerca de 650 mil unidades, 400 mil Renault e 250 mil Nissan.

Não por acaso, são justamente esses os números projetados para os dois investimentos: a fábrica paranaense da Renault investiria R$ 1,5 bilhão para aumentar sua capacidade de 250 mil unidades/ano para além das 300 mil, chegando gradualmente às 400 mil; e a nova fábrica fluminense da Nissan teria capacidade inicial de 200 mil veículos/ano, em um investimento estimado em US$ 1,5 bilhão que sugere o aumento rápido desse volume.

O Brasil atualmente é o terceiro maior mercado para a Renault no mundo, e pode chegar à segunda posição este ano, perdendo apenas para a França. Para a Nissan, porém, o País ainda figura apenas como um mercado em potencial. “O objetivo é manter o Brasil como mercado estratégico para Renault, mas também permitir que Nissan contribua mais para desenvolvimento do mercado brasileiro”, disse o executivo. 
Calos Ghosn, presidente da Aliança Renault Nissan, explica os planos de investimento na entrevista coletiva no Palácio do Planalto, em Brasília, logo após encontro com a presidente Dilma Roussef. Ao lado de Ghosn, o governador do Paraná, Beto Richa (à esq.), o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante (à dir.), e o governador do Rio, Sergio Cabral: interesses em comum. (foto José Cruz/ABr)

Além dos governadores Beto Richa (Paraná) e Sergio Cabral (Rio de Janeiro), também esteve presente, tanto no encontro com Dilma como na entrevista coletiva, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. Uma presença emblemática, já que Ghosn falou em investimento em tecnologia no País e, na semana passada, chegou a circular na imprensa a informação de que a Nissan talvez produzisse até carros elétricos na fábrica de Resende.

Durante a entrevista coletiva no Palácio do Planalto, Mercadante confirmou que a presidente Dilma pediu um estudo sobre a viabilidade da participação de carros elétricos na matriz de transporte brasileira. “Ainda não há decisão de governo”, disse. Renault e Nissan têm posição adianta em relação ao desenvolvimento de carros elétricos e ambas já têm modelos prontos para o mercado.

Ghosn confirmou que ambas as companhias pretendem aumentar o porcentual de conteúdo nacional tecnológico nos veículos das duas marcas. “Pretendemos investir no desenvolvimento tecnológico não só do flex fuel, mas também de carros elétricos e híbridos”, afirmou. “Nós consideramos o Brasil um dos mercados mais estratégicos não só em desenvolvimento de quantidade, mas também de tecnologia”, concluiu.

Segundo fontes do governo do Paraná, está prevista no plano de investimento da Renault no Estado a criação de um centro de engenharia e desenvolvimento completo dentro do complexo de São José dos Pinhais, onde as intenções de Ghosn poderão ser levadas adiante.

Mercadante avaliou que as duas companhias estão sintonizadas com o que deve ser a relação do Brasil com as montadoras automotivas. “Queremos aqueles que vêm para ficar. Para disputar o mercado, mas gerando desenvolvimento, emprego e tecnologia”, afirmou. “São investimentos de grande porte, que mostram o potencial do mercado brasileiro, que é hoje um dos principais da indústria automotiva internacional.”

Potencial e lucro

Mercadante sublinhou as afirmações de Ghosn: “O presidente da Renault Nissan disse que o Brasil tem hoje 250 veículos para cada mil habitantes. Na União Europeia, essa relação é de 580 por mil habitantes e, nos Estados Unidos, de 800”, comparou. “Olhando as condições macroeconômicas do País, a perspectiva de vendas de veículos é muito promissora”, acrescentou.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, destacou a posição do Brasil como quarto maior mercado consumidor de veículos do mundo, perdendo apenas para Estados Unidos, China e Japão. “Acredito que os investimentos são uma relação de valor recíproco: uma grande marca de um lado e do outro, a grande marca Brasil.” Para ficar com a fábrica da Nissan, que era disputada por pelo menos quatro Estados, o governo fluminense preparou um generoso pacote de incentivos fiscais, que inclui o deferimento do pagamento de parte significativa do ICMS e a transformação dessa dívida em títulos recebíveis que poderão ser comprados preferencialmente pela própria Nissan, com grande desconto.

Ghosn garantiu que a lucratividade das montadoras no Brasil não apresenta nenhum porcentual “excepcional” ante a média obtida pelo grupo nos demais países onde atua. Segundo ele, as margens da Nissan, inclusive, estão abaixo da média, enquanto as da Renault, um pouco acima, mas “nada significativo”. “O Brasil é um País atrativo para investimentos, mas não acho que nenhuma montadora está obtendo lucratividade muito alta em comparação com Rússia, China e Índia”, disse.

Sunday, October 2, 2011

Renault lança a série limitada "Avantage" e reforça a relação custo/benefício do Logan


A Renault do Brasil apresenta neste mês de outubro o Logan Avantage, uma série limitada que reforça a relação custo x benefício do sedã compacto mais espaçoso do mercado nacional. Serão 2.600 unidades comercializadas com mais equipamentos de série a um preço atrativo.O Logan Avantage é baseado na versão Authentique 1.0 16V Hi-Flex. “O foco dessa série limitada é a de ampliar ainda mais a já consagrada relação custo/benefício do Logan”, explica André Basseto, Gerente de Marketing da Renault do Brasil.Ainda de acordo com o executivo, “além do amplo espaço interno, generoso porta-malas e três anos de garantia, a série limitada “Logan Avantage” conta com mais itens de série a um preço bastante competitivo”. A lista de equipamentos dessa série limitada inclui: ar quente, desembaçador de vidro traseiro, calotas integrais, direção hidráulica e volante com regulagem de altura (itens já presentes na versão Authentique) e mais: vidros dianteiros elétricos, trava elétrica com sistema CAR, painel de instrumentos com grafismo diferenciado e iluminação do porta-luvas. Visualmente, o Logan Avantage se diferencia pela presença do friso lateral na cor da carroceria, pelo adesivo preto na coluna “B” e pelo monograma “Avantage”, nos para-lamas dianteiros. As cores são as mesmas oferecidas para as demais versões do sedã disponíveis no mercado nacional. 



Consumidores saem ganhando
O nome “Avantage” já sugere esta série limitada que traz uma significativa vantagem aos cientes. Esta série limitada tem preço sugerido a partir de R$ 31.110,00, o que representa uma vantagem cliente superior a R$ 1.000,00 se os itens adicionais dessa série fossem comprados separadamente. O único equipamento opcional é o ar-condicionado, o qual está sendo oferecido com preço promocional de R$ 2.500,00.Em relação aos competidores diretos no mercado nacional - Fiat Siena EL com kit Celebration e Chevrolet Classic com ar, direção e pacote elétrico -, o Logan Avantage sai mais em conta: equipado com ar-condicionado, o sedã da Renault é oferecido por R$ 33.610,00.


Conquista do espaço
Desde que chegou ao mercado nacional, o sedã compacto da Renault agradou aos consumidores graças ao espaço interno e porta-malas maiores do que os dos concorrentes, robustez mecânica baixo custo de manutenção. 

Com 510 litros de capacidade, o porta-malas do Logan Avantage é o maior da categoria. Os 2,63 metros de distância entre as rodas da frente e as de trás permitem o Logan carregar sem problemas cinco pessoas adultas. 

A série limitada Logan Avantage conta com motor bicombustível de quatro válvulas por cilindro e câmbio manual de cinco marchas. O propulsor 1.0 16V Hi-Flex se destaca pela economia. Abastecido com álcool, o sedã desenvolve 77 cavalos de potência, enquanto com gasolina são 76 cv, sempre a 6.000 rpm. São 10,1 Kgfm de torque máximo, sendo que 80% desse valor já está disponível a partir de 1.500 rpm.


Garantia de 3 anos e manutenção por menos de R$ 1 por dia
O Logan Avantage também é comercializado com garantia total de fábrica de 36 meses ou 100.000km (o que ocorrer primeiro). Este benefício foi possível devido a sua característica de construção, marcada pela simplicidade aliada à durabilidade, robustez e facilidade de manutenção.
Com revisões programadas em intervalos de 10.000 quilômetros, manter o Renault Logan Avantage em ordem custa menos de R$ 1 por dia, ao longo dos três anos de garantia original. Para se chegar a esse valor, basta dividir o custo total do programa de manutenção prevista pela fábrica pelo número de dias que formam os três anos, com base no fato de que o motorista brasileiro roda em média 45 mil quilômetros em três anos com seus automóveis.

 

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