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Friday, December 3, 2010

Fiat Bravo vem para substituir o Stilo


O segmento de hatches médios passa por um momento positivo no Brasil. A chegada de modelos como o Ford Focus e o Hyundai i30 revigorou a categoria e mostrou que o consumidor quer saber mesmo é de novidades. Por isso, a Fiat decidiu se mexer e trouxe o Bravo para o país, que vai partir de R$ 55.200.

Embora seja vendido na Europa desde 2007, o Bravo ainda permanece atual. As linhas do carro são atraentes e condizem com as tendências de estilo da marca. O modelo fabricado no Brasil vem com a reestilização feita pelos italianos neste ano. Faróis e grade dianteira lembram o Punto, mas a traseira exibe traços diferentes de qualquer outro Fiat.

O interior também merece elogios. O nível de acabamento é superior ao do Stilo, que já tinha um padrão acima da média. Os materiais usados nas portas e bancos agradam e não há peças mal encaixadas. O console central guarda espaço para uma tela de 6,5 polegadas, que faz parte do Radio NAV, um sistema que reúne MP3 Player, computador de bordo e sistema de navegação por satélite. O item é vendido como opcional.

O carro que aposenta o Stilo será oferecido no mercado brasileiro com duas opções de motorização. As versões Essence e Absolute contarão com o motor 1.8 16V eTorQ, que rende 132 cv e torque máximo de 18,9 mkgf com etanol. Se a escolha for pela gasolina, os números são de 130 cv e 18,4 mkgf. O propulsor pode ser combinado com câmbio manual ou automatizado Dualogic.

Já o motor 1.4 Turbo é conhecido dos brasileiros por equipar a versão esportiva do Punto. No Bravo T-Jet, o conjunto entrega 152 cv e um torque máximo de 21,1 mkgf, manifestado entre 2250 rpm e 4500 rpm. Quem gosta de esportivos vai se divertir com o câmbio manual de seis marchas e a função overbooster, que endurece a direção e aumenta o tempo de abertura da borboleta. Com isso, a sobrepressão na turbina do motor aumenta de 0,9 bar para 1,3 bar e o torque eleva para 23,0 mkgf na faixa de 2.000 rpm até 4.000 rpm.

O Bravo será vendido com três versões de acabamento. A Essence oferece airbag duplo, ar-condicionado, direção elétrica com função “City” (que torna a direção mais leve para facilitar as manobras), rodas de liga leve de 16 polegadas, faróis de neblina, freios a disco nas quatro rodas, piloto automático, rádio CD Player com MP3, espelhos retrovisores elétricos, vidros elétricos dianteiros e traseiros com sistema one touch e antiesmagamento, volante com regulagem de altura e profundidade e banco do motorista com regulagem de altura.

Entre os opcionais, a versão Essence oferece airbag duplo, freios ABS, ar condicionado digital, sistema de som com subwoofer, teto solar elétrico Skydome, sistema de navegação por satélite, espelho retrovisor interno eletrocrômico, sensor crepuscular, sensor de chuva, sensor de estacionamento traseiro e dianteiro, rebatimento elétrico dos retrovisores externos, bancos revestidos parcialmente em couro nas cores preta ou marrom, entre outros itens. A versão Dualogic oferece também a opção de borboletas para trocas de marcha.

A versão Absolute, também equipada com o motor 1.8 16V, adiciona ar condicionado digital com duas zonas de regulagem de temperatura, sistema Bluetooth com comando de voz, freios ABS, sensor de estacionamento traseiro, volante revestido em couro com comandos do rádio, rodas de liga-leve de 17 polegadas e frisos dos vidros laterais cromados. A lista de opcionais oferece teto solar elétrico Skydome, sensor de pressão dos pneus, sistema de som com subwoofer, sensor de estacionamento dianteiro, sistema de navegação por satélite, sensores crepuscular e de chuva, bancos parcialmente revestidos em couro e cinco airbags, incluindo bolsas laterais, do tipo cortina e o kneebag, que protege os joelhos do motorista.

O esportivo T-Jet agrega câmbio de seis marchas, controle de estabilidade (ESP), Hill Holder (que impede que o veículo recue em aclives acentuados), rodas de liga-leve de 17 polegadas, função overbooster, faróis com máscara negra, ponteira dupla cromada, volante e pinças de freio pintadas de vermelho, alavanca do freio de mão e manopla do câmbio revestidas em couro com costuras vermelhas, pedaleiras esportivas, spoiler e saias laterais.

O carro pode ser equipado com itens como faróis de xenon, sensor de pressão dos pneus, teto solar elétrico Skydome, sistema de navegação por satélite Radio NAV, espelho retrovisor interno eletrocrômico, sensores crepuscular e de chuva, rodas de 18 polegadas, bancos revestidos parcialmente em couro e cinco airbags.

Confira os preços do Fiat Bravo:
Essence (mecânico): R$ 55.200
Essence (Dualogic): R$ 57.800
Absolute (mecânico): R$ 62.250
Absolute (Dualogic): R$ 65.200
T-Jet: R$ 67.700 <

MÉGANE SAI, MAS A GRAND TOUR FICA, AGORA MAIS BARATA

Como nos planos da Renault, o Mégane saiu de linha para dar lugar ao Fluence. Porém, a perua Mégane Grand Tour fica para deixar a Renault ainda dentro do mercado das peruas. Com isso, o preço do carro foi para R$48.490, contra os R$59.150 anteriores. Muito bom!
Não há opcionais, e seus itens são: trio elétrico, ar condicionado automático, direção elétrica, CD/MP3 com comando atrás do volante, alarmes, controle de cruzeiro, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 16, chave-cartão, sensor crepuscular, sensor de chuva, airbag duplo e freios ABS com EBD, e mais alguns.
Agora a perua é motorizada com o motor 1.6 Hi-Flex, que gera 110 cv com gasolina e 115 com etanol (anteriormente era o 2.0). E mais, agora possui apenas três cores metálicas que custam R$890: Prata Etoile, Preto Nacré e Cinza Acier.
Com um bom custo x benefício, a Mégane Grand Tour parece ser uma boa opção para quem quer uma perua, ainda mais neste seguimento pouco habitado no Brasil.

ESCRITO POR: LBP

Thursday, December 2, 2010

Renault Fluence

Renault Fluence O mercado brasileiro é uma terra de oportunidades de ouro, mas certas vezes também sabe ser cruel. Existem os ótimos produtos que fizeram estrondoso sucesso, como o novo Fiat Uno, os modelos que até prosperaram mas nem deveriam, caso do aterrorizante Chevrolet Agile, mas também há os injustiçados, que são ótimos produtos mas até hoje ninguém sabe o motivo do fracasso de vendas. Este era o caso do Renault Mégane II.

É uma pena que ele não tenha feito parte do grupo dos “sortudos”, como os médios Ford Focus e Fiat Linea, que por pouco (leia-se adoção do motor flexível e redução de preço, na ordem) conseguiram se livrar do carma, mas o que falar de um modelo de desenho bem-resolvido, ótimos motores, cabine excelente e preço aceitável? Sim, o discurso também serviria para os Nissan Tiida e Sentra, mas fato é que o Renault Mégane ainda conta com uma grande rede da marca no país, mas não teve “milagre” que levantasse suas vendas.

Talvez por isso a Renault deixou de unificar seus modelos: o Mégane III é o sucessor europeu do modelo que tínhamos aqui, enquanto os países menos favorecidos recebem o Fluence. O desenho externo já começa a deixar claro que nós não saímos perdendo, já que o Fluence aposta em linhas modernas mas quem trazem a sobriedade que seu segmento tanto cultua, sem trazer revoluções estilísticas.

E no interior ele mantém o aspecto, oferecendo um bom espaço envolto por uma atmosfera requintada e conservadora, e com capricho nos detalhes, como o cartão que faz as vezes de chave. Herdado do antecessor, este item preserva também a partida feita por um botão, mas agora basta ter o cartão em algum lugar dentro do carro, sem a necessidade de inseri-lo no console.

O modelo vem em duas versões, ambas usando o 2.0 16v flex, de 140/143 cv. A de entrada é a Dynamique, que parte de R$ 59.990 e traz de série ar-condicionado digital bizona, direção hidráulica, computador de bordo, freios ABS, rodas aro 16’’ e sistema de som com MP3, entre outros. A versão de topo é a Privilège, e adiciona bancos de couro, controle de estabilidade, rodas aro 17’’ e GPS. Entre os opcionais, as versões podem ter teto solar e faróis de xenônio.

 

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